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Escrito por Moreno às 19h41
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Swing = Troca de casais!

Swing

O Swing é algo baseado na cumplicidade, confiança, respeito e sinceridade.

É algo onde existe várias sensações, pensamentos, fantasias e comportamentos diferentes no casal.

Para iniciar-se é importante existir a cumplicidade, e que seja decidido em comum acordo entre o casal.

 

Se apenas uma parte estiver afim, com certeza não irá rolar naturalmente, e possivelmente trará confusões, dúvidas, cíumes e outros problemas.

O respeito deve existir sempre, estando o casal pronto a ceder ou parar a relação dentro do limite de cada um.

Ninguém deve ser obrigado a fazer algo, apenas por que o parceiro deseja.

Fantasias Sexuais todos tem, o interessante é o casal chegar a um consenso e saber aproveitar todos os momentos proporcionando o prazer para todos os envolvidos.

Separador

Para não esquecer:

Swing - Relacionamento sexual onde existe a troca de casais.

Swing, troca de casais

Mênage a trois - Relacionamento sexual feito por 3 pessoas. (Sexo a três).

Mênage a trois

Mênage Feminino - Casal + Uma Mulher.

Mênage Feminino

Mênage Masculino - Casal + Um Homem.

Mênage Masculino

Bi Feminino - Bisexualidade Feminina.

Bi Feminino

Bi Masculino - Bisexualidade Masculina.

Bi Masculino

Sexo Grupal - Esta prática é considerada quando é feita por um grupo de pessoas.
Ex: Três casais ou dois casais e mais duas pessoas (homens/mulheres), mínimo 5 pessoas.

Sexo Grupal

Gang Bang - Nome dado a prática sexual de uma mulher com vários homens.

Gang Bang

Gang Bang Reverse - Novo termo usado em filmes, sobre a prática sexual de um homem com várias mulheres.

Gang Bang Reverse

Voyerismo - Prática de quem gosta de observar outras pessoas.

Voyerismo

Exibicionismo - Prática de pessoas que gostam de se exibir, seja com roupas sensuais, ou mesmo fazendo sexo, em locais púlicos:
Ex: Praia, campo, rua

Exibicionismo



Escrito por Moreno às 20h28
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Eu ,Minha Irmã e Amiga Dela

 Eu ,minha Irmã e Amiga Dela 


Este Conto foi tirado do http://contoseroticos.mundopt.com/  Conto do Renan

 

 

Estávamos em casa vendo filme Eu (Renan) minha irmã (Carla) e sua amiga (Carol).
Sou aparentemente agradável tenho 20 anos, um corpo legal (faço capoeira há 13 anos) sou bem definido, 1,68 de altura. Minha irmã é linda 18 aninhos olhos verdes, um corpo muito gostoso seios médios aqueles que são suficientes pra colocar a boca e mamar gostoso. A Carol é demais a famosa gordinha Sexy com seios lindo firmes e com uma bundinha empinadinha uma moça muito fogosa no alto de seus 19 anos.
Assistíamos ao filme quando resolvemos fazer uma pausa pra pedir uma pizza.
Eu já estava louco de vontade de comer aquele delicia da amiguinha da minha irmã, até que fui surpreendido quando minha irmã falou “Vai Carol vc não quer agarrar ele, vai lá” foi quando entrei no clima e pedi um beijo pra ela que logo correspondeu e me deu um beijos tão gostoso e safado que logo me excitou, fiquei de pau duro no mesmo instante em q aproveitava pra passar a mão na sua bunda. Então resolvemos ir para meu quarto já que a pizza ia demorar para chegar . Como meus pais estavam viajando nem fechei a porta do quarto e fui direto para a cama com Carol e começos um frenético e gostoso abuso tanto da minha parte quanto da dela, já estava sem roupa quando Carol subiu em cima de mim e contraia seu corpo ao meu até que não agüentando mais de tanto tesão pedi para que ela chupasse meu pau que latejava de tanto prazer, pois ela nem tomou conhecimento e caio de boca chupou com gosto, nossa que boca gostosa ao mesmo tempo em que ela sugava e me punhetava como uma louca sedenta por uma pau era suave e aveludado. E quando estava praticamente gozando eis que minha surpresa acontece olhei para o lado e vi minha irmã na porta de tocando de prazer.
-Um que cena mais safada , posso participar? Ela disse eu fiquei sem saber o que fazer apesar de estar um pouco com receio pelo fato dela ser minha irmã estava no alto do tesão só pensando em foder e sem ter me dado tempo para responder ela se juntou a Carol e começou a chupar meu caralho só deu tempo de gritar – vou gozar quando acabei de gozar as duas ficaram se beijando e trocando minha porra entre suas bocas ah isso me deixou com mais tesão ainda foi quando coloquei Carol de 4 e comecei a foder bem gostoso quando minha irmã veio e me deu um belo beijo molhado e safado nossa nem pude acreditar estava comendo 2 mulheres de uma vez e uma delas era minha irmã, que logo pediu para eu enfiar a minha vara nela eu não pensei 2 vezes fui logo colocando meu pau dentro da minha irmãzinha que gemia de tesão.
-Vai maninho come essa putinha que é sua irmã vai caralho mete gostoso mete acaba comigo. Isso só me deixava mais louco ainda e pra ajudar Carol e Carla começaram a se beijar passar a mão uma na outra e Carla começou a chupar a bocetinha de Carol nossa eu ia gozar novamente quando minha irmã “-disse goza na minha boquinha goza, derrama essa porra deliciosa na minha boca” ela e Carol se ajoelharam e gozei na boca de Carla que não foi gulosa e passou um pouco para Carol.
A pizza chegou ,voltamos a assistir ao filme mas estava um cheiro de sacanagem no ar e com certeza iria rolar mais sexo naquela noite.



Escrito por Moreno às 19h43
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Traçada em Fogo Brando

Traçada em Fogo Brando

 


“Eram quatro horas da manhã”. Eu tinha acabado de chegar de uma festa completamente embriagado. Entrei na sala e vi, dormindo sobre o tapete, minha prima recém-chegada de Brasília. Rosa é uma morena linda e deliciosa, de 18 aninhos, um corpo escultural, cintura fina, coxas grossas e vestia um baby doll curtíssimo, encoberta por um fino lençol.

Como notei q o aparelho DVD estava ligado, fui conferir qual era o filme que ela tinha pego para assistir. Para meu espanto, era um de meus DVD’S de sacanagem que guardo no quarto. Só de pensar que minha prima estava se deliciando com aquele filme, fiquei louco de tesão. Olhei de perto a sua face e notei um semblante de prazer e desejo por sexo. Não me contive e comecei a acariciar a pele macia daquele corpaço.

Quando cheguei ao bico dos seios, vi que foram enrijecendo. Retirei a parte de cima e caí de boca neles. Fui lentamente chupando um de cada vez, mordiscando os bicos. Senti que o corpo dela arrepiava. Já não estava mais adormecida, mas continuava de olhos fechados. Fui descendo com a língua, com maestria, mordendo e chupando sua barriguinha, até tirar com os dentes a parte de baixo do baby doll.

Sentindo o perfume daquela bucetinha cheirosa, com penugem fina, fui logo percorrendo com a língua toda vagina, que estava mais que umedecida de tesão. Percorrir os pequenos e grandes lábios, concentrando-me depois no seu grelhinho. Rosa se contorcia freneticamente e gemia baixinho, continuando de olhos fechados. Fui lentamente introduzindo um dedo na xoxota, enquanto rosa me dizia baixinho: ‘Ai, que delicia!’

Àquela altura, meu pau já estava latejando e super ereto. Tirei a calça, coloquei a cabecinha na porta da bucetinha dela e lentamente comecei a penetrá-la. Bocetinha apertadinha! Ela deu um gemidinho e ai forcei, entrando com tudo até nossos pelos púbicos se entrelaçarem. Fui devorando aquela gostosa priminha num vaivém fenomenal, até que não agüentei mais e tirei meu pau fora, gozando na barriga dela. Rosa deu um sorriso maroto e virou-se de lado.

De repente me toquei, vesti a calça e corri para o meu quarto. Nem havia percebido que poderia ter acordado meus pais e tios, o que causaria bastante problema. No dia seguinte, conversamos como se nada estivesse acontecido.

À noite, em meu leito, ouvi passos. Havia deixado, sorrateiramente, a porta semi-aberta e estava nu. Eis que chegou a deliciosa visitante. Trancou a porta e pulou em minha cama, abocanhando meu pênis. Começou a chupá-lo sedenta. Aquela língua me deixou louco, ao chupar meu saco e toda a extensão do pau. Depois Rosa sentou sobre meu pênis e foi descendo devagarzinho. Senti o pau penetrando sua pequena vagina, ate que não agüentou mais e deixou o corpo cair, entrando todo o meu pau na gruta. Ela rebolava feito louca e geminha baixinho, dizendo: ‘Tezão, que pinto gostoso!’

Eu apertava os seios com a mão e logo introduzi o dedo médio no cuzinho. Rosa continuava a rebolar, gozando muito. Foi aí que se virou de quatro e implorou para que eu a comesse por trás. Lubrifiquei a cabeça de meu pau com saliva e fui introduzindo na portinha. Só que o cuzinho resistia bravamente. Ela disse que estava doendo, mas pediu que eu não parasse.

Cuidadosamente, forcei a penetração e, numa estocada maior, meu pau entrou. Rosa deu um gritinho e fui, aos poucos, penetrando aquela bundinha maravilhosa, até que finalmente coloquei tudo. Com uma das mãos eu friccionava o grelhinho e, ao mesmo tempo, comia aquele apetitoso cuzinho. Ela se contorcia de dor e prazer. Não agüentei e inundei de gala aquele cuzinho apertado. Depois disso, nos encontramos todas as noites e transamos em varias posições.

Atualmente “ela está casada, mas, mesmo assim, sempre que possível, eu ainda transo gostoso com ela”.



 



Escrito por Moreno às 01h19
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Gostosa com Areia e tudo

Legal Gostosa com Areia e Tudo Legal

 

“Na madrugada da quarta feira de cinzas, já bastante cansado da maratona de 5 dias de muito samba, mulher e cerveja em Porto Seguro, percebi que estava acabando minha viagem aquela bela cidade da Bahia. Tomei o ultimo gole de capeta, a bebida local e sai da Passarela do Álcool, lugar onde se realizavam os bailes de carnaval.

No caminho de volta para a pousada, vi à minha frente uma garota com belas pernas, em roupas que a principio não indicavam que se tratava de uma mulher excepcional. Apertei o passo e, ao alcançá-la, comecei a puxar conversa com aquela garota simpática. Me ofereci para acompanha-la até o camping onde estava alojada e aproveitar para conhece-la melhor.

Chamava-se Fátima e, ao chegarmos, convidou-me para tomar um refrigerante no bar do camping. Aceitei prontamente. Enquanto fui pegar as bebidas, ela foi para as mesas. De costas ouvi a movimentação das cadeiras e, quando virei, percebi que colocara uma de frente para a outra. Sentei e dei um refrigerante a ela. Quando começou a chupar o canudinho, me atingiu com um olhar tão arrebatador que fiquei louco de tesão na mesma hora.

Rapidamente tratei de pegar a sua mão e puxá-la para um longo e demorado beijo, que chamou a atenção de um grupo que estava na mesa ao lado, jogando piadinhas. Sem perder tempo convidei-a para dar uma volta na praia. Ela topou na hora. Mas, para a minha infelicidade, o dia já estava clareando e varias pessoas andavam pela praia. Sentamos perto de um tronco de árvore e começamos a nos beijar loucamente.

Minha mão já foi invadindo a blusinha top que vestia e ali encontrei um belo par de seios. Apesar de serem pequenos para médios, eram uma delicia, pois tinham bicos grandes e pontiagudos. A tocá-los ela estremeceu e, de olhos fechados sugou ainda mais meus lábios (‘carnudos e gostosos’, segundo ela). Com grande habilidade, enfiou uma de suas mãos por dentro de minha bermuda e segurou firme o meu cacete, que a esta altura já estava superinchado e duro. Fátima me fez gemer de tesão com aquela mãozinha quente e macia.

Levantei o top dela e comecei a sugar as tetas gostosas, dando pequenas mordidinhas nos biquinhos, deixando-a maluquinha. Estava louco para transar, mas a toda hora passava alguém por ali. Já estava achando que não daria para comê-la na praia mesmo... Engano meu.

Fátima abriu repentinamente uma bolsinha, tirou um preservativo e me deu. Fiquei meio sem graça enquanto dava uma olhada ao redor. Vi um casal beijando-se numa moto a 50 metros dali e outras pessoas caminhando na areia mais próximas ao mar. Mesmo assim, não quis nem saber: coloquei meu pau para fora e vesti a camisinha.

Mal terminei de colocá-la e a garota já estava em cima de mim, puxando o short para o lado. A bocetinha estava tão lubrificada que meu pau sumiu na gruta quente e gostosa, assim que Fátima sentou nele. Subia e descia com uma facilidade enorme, deixando-me com um puta tesão. Com cara de gata no cio, olhava para o céu delirando, enquanto minhas mãos auxiliavam aquele sobe e desce grudadas na bunda dela. Quando dei por mim, o casal da moto já não estava mais namorando e sim assistindo o espetáculo que estávamos proporcionando. As pessoas que passavam mais longe também perceberam a cena e começavam a se aproximar.

"Que loucura mais gostosa”, pensava comigo. Fátima não estava nem aí e continuava a cavalgar em minha rola, subindo e descendo sem parar. Assim que gozou pela primeira vez, com um gemido de loba no cio, percebi o quanto gostava de uma pica. Num movimento brusco, virei nossos corpos e joguei-a na areia sem tirar de dentro, falando baixinho: ‘agora é a minha vez’.

Fátima, então, deu um sorriso bonito e suspirou como se tivesse colocado entre as suas pernas naquele momento. Meu pau, já completamente petrificado, entrava e saia de forma deliciosa. Percebi que ela gozava constantemente e mesmo assim não parava de puxar minha bunda com força para que a penetrasse mais fundo. Era uma ninfomaníaca.

Então sem dó ou trégua, coloquei a minha vara dentro dela, enquanto se contorcia completamente, com um tesão indescritível. Adorei vê-la daquela forma e queria dar-lhe mais prazer ainda. Com o corpo completamente suado movimentava-se tanto que só sendo muito tarada para agir daquela forma. Rapidamente me adaptei no estilo sexual dela. Gostava da linha sexo selvagem e não a decepcionei. Com a língua, comecei a percorrer ombros e o pescoço dela, dando pequenas mordidas. Ia deslizando até os ouvidos, murmurando o quanto era gostosa, uma puta safada. Agarrei os cabelos da nuca e puxei-os num movimento de vaivém, com intuito de proporcionar maior velocidade à nossa transa. Estava totalmente possuída e domada quando gozou novamente.

Deixou o prazer lhe tomar feito louca e não se importava em estar ao ar livre, com pessoas por perto. Fiquei ate um pouco assustado, mas não tive nem tempo de olhar mais para os lados. A excitação era tão grande que gozei como nunca. Meu corpo estremeceu, em verdadeiros calafrios de prazer. Nunca senti nada igual e pude perceber que se tratava de uma mulher muito especial.

Trocamos telefones. Ela era do Rio e eu de Salvador, e por isso, achei que nunca mais ia vê-la. Engano meu, mais ou menos um mês após a minha viagem, numa monótona segunda-feira, recebi uma ligação no serviço. Ao atender, tive uma grande surpresa: era Fátima, que estava a trabalho em Salvador ho em Salvador era Fatima que nunca mais ia vettttttttttttttttttttttttttttttt-

aquele momento. E queria me encontrar mais tarde.

Já da para imaginar tudo o que rolou entre nós naquela noite né? Onde pude comprovar o quanto ela era ninfomaníaca e o quanto era gostosa já q não lembrava muito bem de seu corpo por está bêbado.



Escrito por Moreno às 13h57
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Escravo de duas Feitoras

Escravo de duas Feitoras

 

“Vou contar o que aconteceu comigo há um ano e meio. Fui com um grupo de amigos a uma casa noturna próximo ao Dique do Tororó, depois de ficar azarando até tarde, eles resolveram ir embora. Só que avistei entre a multidão uma deusa. Seu nome era Fernanda, tinha 21 anos, cabelos ruivos, olhos negros maravilhosos e estava acompanhada por uma amiga, como pude verificar mais tarde. Trocamos alguns olhares e, vendo que tinha boas chances, me despedi de meus amigos e me aproximei. Após uma rápida conversa, chamei-a para dançar, mas ela não quis. Em vez disso, sugeriu que pegássemos uma bebida e sentássemos num dos sofás colocados estrategicamente nos cantos do salão.

Antes de continuar, preciso confidenciar que tenho uma atração incontrolável por mulheres agressivas e dominadoras, que gostam de subjugar a sexualidade do homem. Quando tentei beijar Fernanda, ela correspondeu, mas durante o beijo prendeu meu lábio inferior entre os dentes e começou a morder. E como adoro uma dorzinha, correspondi abraçando-a. Fernanda, vendo que eu estava gostando, continuava no joguinho de morder, ora suavemente, ora com força.

Ela pôs a mão sobre meu pau, que já estava duríssimo, e apertou minhas bolas, fechando a mão por cima da calça. Fui à lua e vi centenas de estrelas. Não pude conter um grito, que felizmente não foi ouvido por todos devido ao som alto.

Depois, ela me pediu um beijo e puxando a cabeça sobre o ombro, foi falando comigo: ‘Quer ficar comigo meu gato? Então tem que fazer tudo que eu quiser, ser meu objeto. ’ Dizendo isso, ela apertava mais os meus testículos. Segurando-me para não gozar, eu concordava com tudo que estava sendo dito. ‘Me machuca, faz o que você quiser comigo... ’ Fomos para a casa dela ali pertinho, mas antes procuramos à amiga dela, a Carla. Ainda pensei: ‘Essa amiga vai estragar tudo. ’ Ela era bonita e gostosa, mas eu só pensava na Fernanda.

Ao entrar-mos no elevador do prédio de Fernanda, ela me disse que poderia ir embora à hora que quisesse, mas, se fosse ficar, teria que obedecer a tudo que mandasse. Fiquei meio sem jeito por estarmos na frente de outra garota e não disse nada. Então, Fernanda se aproximou de mim e me mandou ajoelhar no chão do elevador: ‘Beija a coxa dela, escravo!’ Obedeci e gostei. Carla tinha uns pelinhos louros e deliciosos nas pernas. ‘Agora, beija a xota. ’ Prontamente, colei meu rosto na bermuda de Carla e, sentindo todo calor do mulherão, dei um longo beijo. Senti o corpo dela estremecer.

Ao chegarmos ao apartamento, Fernanda mandou que eu tirasse toda a roupa, enquanto elas ficavam sentadas no sofá. Depois, fui rastejando ate os pés de Fernanda, beijando-os, tirei os sapatos da minha anfitriã. Não foi preciso mais ordens. Cai de boca naqueles dedos finos e macios, de unhas bem-feitas e de lindo formato. Beijei, lambi e chupei aqueles dedinhos, delirando de tesão, enquanto ela gemia excitada, mandando eu lamber a sola e entre os dedos.

Depois, ordenou que fizesse o mesmo com os pés da amiga, que também eram deliciosos. Aí, a coisa ficou incontrolável. Deitado no chão, de costas, as duas me manipulavam, apertavam, beijavam, esfregavam e lambiam. Cavalgava Fernanda, enquanto chupava Carla. Comecei a penetrar Carla por trás, enquanto Fernanda me abraçava, apertando meu saco e gritando: ‘Meu escravo, você é minha propriedade, meu objeto. Só pode gozar quando eu mandar, cachorro!’

Logo, Carla estava gozando, com sinfonia de gemidos e gritos. Já Fernanda fez questão de gozar na minha boca, enquanto a outra me masturbava. Depois de gozar duas vezes, me agarrando pelos cabelos e enterrando meu rosto entre as pernas, Fernanda permitiu que eu gozasse. Sentindo ainda o gosto dela na boca e o delicioso aroma em minhas narinas, fui masturbado loucamente por Fernanda, enquanto beijava e lambia os pés de Carla, agradecendo por ser escravo dessas duas princesas.

Antes de ir embora Fernanda me deu sua calcinha molhada para eu guardar e, quando cheirasse, soubesse direitinho de quem era. Despedimos-nos com um beijo, em que mais uma vez ela mordeu meus lábios, deixando marcas. Nunca mais esqueci“.



Escrito por Moreno às 22h21
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